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GP da Bélgica – O desempenho dos pneus na sétima etapa

A Pirelli optou pelos C2, C3 e C4 para a etapa na Bélgica, desta forma tivemos uma corrida interessante, com equipes que apostaram em apenas uma parada mesmo antecipando a rodada de pit-stop

A presença da chuva foi algo que não se concretizou durante o GP da Bélgica, por outro lado Lewis Hamilton conseguiu a sua quarta vitória no circuito.

A corrida tomou outro rumo após a batida de Antonio Giovinazzi e George Russell. Assim como em 2019 diversos times trabalharam com a estratégia de uma parada, saindo dos pneus médios e macios para os duros, mas é claro que sempre podemos ver uma exceção no grid.

E com muitas voltas sendo realizadas com os mesmos pneus, os pilotos tiveram um pouco mais de dificuldade nos últimos giros, quando passaram a reclamar da aderência.

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Sergio Pérez e Pirre Gasly permaneceram na pista, enquanto os outros competidores realizavam as suas paradas, o piloto da Racing Point estava utilizando os pneus macios, enquanto o piloto da AlphaTauri tinha os compostos duros instalados em seu carro.

E realizar o pit-stop depois não foi a melhor opção para ambos, Pérez teve o desgaste de pneus e não pode se defender daqueles que estavam com um composto mais novo. Com Gasly o problema foi um pouco diferente, quando ele teria o ganho podendo realizar mais ultrapassagens, o Safety Car veio e tirou a vantagem que o piloto tinha. Quando ele realizou o pit-stop caiu para a última posição e então perdeu tempo com os últimos colocados.

Apenas Leclerc, Latifi e Magnussen realizaram duas paradas. 

A performance dos compostos

Duro – Faixa branca: Usados principalmente na fase final da corrida. Kimi Raikkonen e Romain Grosjean completaram 34 voltas com o composto, enquanto Daniel Ricciardo conseguiu a melhor volta com estes pneus, anotando 1m47.483.

Médio – Faixa amarela: Escolhidos para a largada, os líderes da corrida apostaram neles para começara as suas provas, assim como grande parte dos pilotos que largaram abaixo dos dez primeiros. Albon apostou neles para a fase final da corrida e realizou 33 voltas com os compostos.

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Macios – Faixa vermelha: Aqueles que não poderiam buscar uma melhor volta durante o Q2 com os pneus médios, optaram pela goma macia, desta forma vários pilotos largaram com este composto. Mas o que realmente chama a atenção foi a escolha da Ferrari em instalar os pneus macios no carro de Charles Leclerc para o início da corrida. O monegasco teve uma boa largada, mas não conseguiu se manter entre os dez e logo foi perdendo espaço. Sergio Pérez completou 18 voltas com os compostos.

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Debora Almeida

Meus olhos brilharam quando eu vi o estilo de pilotagem do Vettel ele despertou o meu interesse pelo esporte e cada vez mais eu queria entender sobre o assunto. Hoje gosto de tirar fotos e escrever textos!

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